Mini Bio

Andréa Velloso é carioca e vive em São Paulo há 26 anos.

Formada em Design pela FAAP. Seu primeiro trabalho, com 16 anos, foi ser assistente do artista Raimundo Colares por 2 anos nos cursos que ele dava no MAM do Rio. Trabalhou por 18 anos em cinema como Diretora de Arte de 7 longas e muitos curtas, publicidade e televisão. Como sempre se deslocou muito nos seus trabalhos, Andréa começou a fazer documentários, filmes experimentais, vídeo-instalações e instalações sonoras.

Andréa Velloso começou a fazer documentários, filmes experimentais, vídeo-instalações, fotomontagens, colagens, cartografias e projetos sonoros sempre focada no VAZIO (vacuidade) representado pelo fluxo contínuo das coisas. A memória e a fronteira com o esquecimento são resgatados através de historias reais e “irreais” das pessoas.

Em 2014 foi convidada para o Festival of art-vídeo no NATIONAL MUSEUM OF ICELAND, e também em Dezembro de 2013 para o MADATAC INTERNATIONAL FESTIVAL OF CONTEMPORARY AUDIO VISUAL & NEW ART em Madrid com seu filme experimental: SEM TITULO (ELIOT NO LAGO) 10′. Em 2012 foi selecionada para o ARTE.MOV, com o filme INVOLUNTARIO, e também para a MOSTRA SESC DE ARTES 2012, “Mostra de Imagem em Movimento” com o filme ESCAPEI-ME, que vai acontecer em Julho. Sua primeira exposição coletiva foi em dezembro de 2010, na Galeria Mercedes Viegas no Rio de Janeiro, COLETIVA 10, em 2010 na GALERIA MERCEDES VIEGAS no RJ. Participou à convite de Lenora de Barros da 7 ˚ Bienal do Mercosul , 2009 com uma obra sonora, “ESCULTURA DE LINGUAS ESQUECIDAS”, 4’33″. Realizou alguns documentários, entre eles ganhou um prêmio de roteiro da Secretaria de Cultura de SP e fez o filme (35mm) INVISIVES, 15 ‘ e O HOMEM INVISÍVEL, 52’ . Os filmes foram exibidos no Festival de Cinema de Tampere, em 2007, representando a cidade de São Paulo e abriu o 1 ˚ Festival de Direitos Humanos na América Latina, entre muitos outros festivais ao redor do mundo. O filme foi exibido na tela grande em uma urbana vídeo-instalação da tela Copa do Mundo de Futebol no Vale do Anhangabaú, uma das praças maiores e mais populares da cidade de SP com grande público, incluindo desabrigados e varredores. Andrea fez uma projeção urbana: OS TIBETANOS EXISTEM, com o movimento contínuo dos jovens monges tibetanos de Tashi Lumpo no Tibete, rezando durante oito horas sem parar, na intersecção das avenidas mais populares de SP, entre a Av.Paulista e a Av. Consolação em SP (40MTS x 15mts), em 2008. Criou uma instalação de vídeo: BRASIL EM CHAMAS, 5 ‘, sobre o trabalho de um artista brasileiro, Emanuel Nassar, exposta na entrada do Centro Cultural Banco do Brasileiro – Rio de Janeiro, em 2003.

Realizou TENDREL, REDE INTERDEPENDENTE, 52’,feito nos Andes, na Amazonia, no Tibet , sobre a globalização ancestral de muitos povos e pessoas de contextos diversos, com o Prêmio do MINC em 2000. Este filme foi feito com muitas mídias diferentes, compondo a “uma rede” de formatos diversos.

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